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19/11/2014

Prefeita de Presidente Médici subestima a inteligência dos munícipes!!!!

O povo quer saber!
Não é só o Mercado Público Municipal de Presidente Médici abandonado Prefeita!
Esta Ambulância sumiu do município a mais de 6 meses.  Cadê a Ambulância?
 
O povo quer saber!
Não é só o Mercado Público Municipal de Presidente Médici abandonado Prefeita!
Esta Ambulância sumiu do município há mais de 6 meses. Cadê a Ambulância?

O silêncio não vale como resposta Prefeita!!!!!

18/11/2014

UOL destaca: Voto de Sarney em Aécio é 'vingança pessoal' contra Dilma, diz Flávio Dino

terça-feira, 18 de novembro de 2014

 

Do UOL, em São Paulo
Em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, na noite desta segunda-feira (17), o governador eleito do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que o senador José Sarney (PMDB) votou em Aécio Neves (PSDB) nas eleições presidenciais para vingar-se da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT).
"Da parte dele, não há duvida: é um gesto de vingança íntima e pessoal", disse Dino. "É algo muito revelador, na verdade, dessa figura pública, a qual não compete a mim julgar: quem julgará é a história", acrescentou.
Aliado dos governos petistas, Sarney foi flagrado votando em Aécio em um colégio de Macapá, no Amapá, sua base eleitoral. Uma televisão de propriedade da família Sarney gravou o momento em que o senador apertou as teclas do candidato tucano.
No Maranhão, Flávio Dino derrotou Lobão Filho (PMDB) na disputa pela sucessão da governador Roseana Sarney (PMDB). Diante da concorrência de dois aliados, Dilma optou pela neutralidade e não manifestou apoio público a ninguém, embora a direção nacional do PT tenha declarado a Lobão Filho, o que incomodou os petistas maranhenses, favorávei ao apoio ao candidato comunista.

Maranhão "nórdico"


O comunista listou, em seu programa de governo, 65 medidas para recuperar o atraso do Maranhão das últimas décadas. Indagado sobre se não está sendo pouco realista ao apresentar um número extenso de medidas, Dino afirmou que a necessidade de mudanças impõe uma agenda ambiciosa.
"Parti de uma leitura da realidade. A realidade maranhense aponta para a necessidade de ter uma dimensão transformadora. Se se coloca o realismo como limite da sua atuação política, na verdade se vai evoluir muito pouco", disse. "Vou sonhar com o Maranhão que seja comparável aos países nórdicos. Quero que os cidadãos do meu Estado usufruam das condições de vida que os noruegueses usufruem."

Comunismo e "forças capitalistas"

Apesar de declarar-se comunista "graças a deus", Dino afirmou que não há como aplicar na prática todos os pressupostos socialistas. "Esse é um debate de proporções internacionais, se revolução num só país é viável. E não é! Imagine em uma unidade federada? Nosso programa é de desenvolvimento", disse.
Primeiro governador eleito na história do PC do B, Dino defendeu a "partilha do poder" e "participação popular", mas apontou para a necessidade de fortalecer o mercado e aumentar investimentos no Maranhão. "Tenho dito que iremos ajudar o desenvolvimento das forças capitalistas no Maranhão."
Ex-juiz federal, o governador eleito afirmou não acreditar que tenha o mesmo destino de Jackson Lago (PDT), que derrotou Roseana Sarney nas urnas, mas teve a candidatura cassada por crimes eleitorais.
"O modo com que fizemos a campanha, o respeito à legalidade e a mudança na conjuntura política evita a repetição dessa tragédia", disse, acrescentando que considerou "injusta" a cassação de Lago. "Sarney era presidente do Senado, Roseana era sernadora, eles tinham uma força parlamentar muito grande. Essa força política claro que ainda existe, mas é muito menor."
Questionado sobre quais serão suas ações para melhorar o presídio de Pedrinhas, cenário de uma série de mortes nos últimos meses, Dino afirmou que é preciso "recuperar a autoridade do Estado sob o sistema penitenciário."

Operação Lava Jato e reforma política

O govenador eleito disse que conhece o juiz Sérgio Moro, que comanda as investigações da Operação Lava Jato, além do ministro Teori Zavascki, relator do processo no STF (Supremo Tribunal Federal). "São magistrados que vão conduzir as investigações bem."
Para Dino, os acontecimentos relacionados à Lava Jato vão provocar um terremoto no Congresso. "Estamos diante de fatos que implodiram o sistema de organização do jogo político. A reforma política se tornou um imperativo absoluto, o Congresso vai ter que deliberar. Só lamento que vai deliberar no meio de um profundo terremoto."
Ainda sobre a reforma política, o governador eleito disse que o melhor caminho é buscar uma constituinte exclusiva para deliberar sobre as mudanças no sistema político, mesma proposta defendida pelo PT e pela presidente Dilma. "Como tese, a da constituinte é a melhor de todas, em função do nível de legitimidade e da participação popular."

Democratização da comunicação

Dino defendeu que haja uma democratização dos meios de comunicação no Maranhão, onde a família Sarney é dono de grande parte dos principais veículos. "Se um grupo familiar controla todo os veículos, é uma negação à liberdade de expressão a todos", afirmou Dino.
O comunista se disse contrário a qualquer "tipo de controle de conteúdo", mas afirmou que é preciso haver regulação econômica do setor, conforme previsto na Constituição. "É razoável debater aquilo que está na Constituição. Organização do mercado que não seja baseado em monopólios e oligopólios."

17/11/2014

‘Igreja pedirá perdão aos gays’, diz padre excomungado pelo Vaticano

                   17/11/2014 13h10

Afastado desde abril de 2013, padre Beto continua a celebrar casamentos.
Diocese de Bauru (SP) divulgou decisão no fim de semana.

Do G1 Bauru e Marília 
Missa na paróquia Santo Antônio ficou lotada na noite de domingo (Foto: Camila Turtelli/Agência BOM DIA)Público lotou a última missa do padre em Bauru (Foto: Camila Turtelli/Agência BOM DIA)
O padre Roberto Francisco Daniel, conhecido como padre Beto, reagiu com naturalidade à oficialização da excomunhão pelo Vaticano e disse que não pretende voltar atrás na postura que tomou em relação a assuntos polêmicos dentro da Igreja Católica.
O padre afirma que não há motvo para pedir perdão e diz que a Igreja ainda vai rever certos dogmas. “Não vou pedir perdão por dizer que os homossexuais têm todo o direito de viver a sua vida, a sua sexualidade. Como ela (a Igreja Católica) já pediu perdão aos judeus e a outros grupos, ela terá que pedir perdão ao grupo GLBT, por ter agido de forma homofóbica e dissimulada.”
Padre Beto diz ter o interesse de causar reflexão na sociedade (Foto: Ana Carolina Levorato/G1)Padre Beto afirma que nada muda com a decisão
do Vaticano(Foto: Ana Carolina Levorato/G1)
O pedido de excomunhão da Diocese de Bauru foi feito em abril do ano passado, após a divulgação de vídeos na internet onde o sacerdote defendendo a união de casais gays e de pessoas divorciadas.
Segundo o comunicado, divulgado no último sábado (15), o "reverendo Padre Roberto Francisco Daniel está e permanece excomungado" e a situação só poderia ser revertida caso ele pedisse perdão pelo o que o direito canônico considerou heresia.

Ele ainda afirma que, apesar da oficialização pelo Vaticano, não acredita que o Papa Francisco tenha analisado o processo de excomunhão pessoalmente e autorizado a oficialização da punição estabelecida pela Igreja. “Essa atitude do Papa de convocar esse círio dos bispos para discutir novos modelos de família já é uma tentativa de mudança, que, infelizmente, não deu certo porque os bispos não estão preparados para aceitar as mudanças que envolvem a união dos homossexuais, a segunda união de casais heterossexuais e assim por diante”, completa.

Apesar de estar afastado da Igreja Católica desde abril do ano passado, o padre ainda celebra casamentos e outros rituais fora da religião e afirma que, mesmo após o comunicado oficial da excomunhão, irá continuar dando suas bênçãos sempre que for solicitado.
Como ela (a Igreja Católica) já pediu perdão aos judeus e a outros grupos, ela terá que pedir perdão ao grupo GLBT, por ter agido de forma homofóbica e dissimulada"
Padre Beto
Em Bauru a decisão da igreja católica de excomungar Padre Beto, mesmo após um ano e meio do afastamento dele das atividades eclesiásticas, ainda é polêmica entre os fiéis. "Eu acho que ele deveria ter voltado atrás, mas como não voltou", afirma a dona de casa Nair Dota.
"Eu acho que deveriam ter dado uma chance para ele, ter feito uma suspensão primeiro para ele poder pensar no que aconteceu", completa Alice Aparecida Ribeiro. Já o porteiro, João Brune Francisco, acredita que as regras da Igreja devem ser respeitas. "Ele era uma ótima pessoa, muito bom para pregar, mas a Igreja Católica, como toda instituição tem as suas regras e a gente deve respeitá-las."
A Diocese de Bauru informou que o processo de excomunhão não está na instância local por isso todas as informações estão contidas apenas no comunicado e nenhum integrante da Diocese irá se manifestar sobre a decisão.
 
Entenda o caso
Declarações polêmicas do padre acerca de temas como a homossexualidade, fidelidade e necessidade de mudanças na estrutura da Igreja Católica nas redes sociais causaram um pedido de retratação ao padre por parte da Diocese de Bauru em abril de 2013. Como o padre não se retratou e decidiu deixar a Igreja Católica, a Diocese decidiu pela excomunhão no dia 29 de abril de 2013.
No documento, divulgado na época na página da Diocese em Bauru (confira aqui o documento na íntegra), o Bispo Dom Caetano Ferrari afirmava que a decisão é consequência dos atos do padre e que nenhum católico, muito menos um sacerdote poderia se valer do direito de liberdade de expressão para atacar a fé, na

"ARNALDO DIGA AO POVO QUE FICO" : MEDO DO APROFUNDAMENTO DAS INVESTIGAÇÕES DA OPERAÇÃO "LAVA JATO" FAZ ROSEANA SARNEY RECUAR DA PROPOSTA DE RENÚNCIA

A prisão do empreiteiro Ricardo Pessoa- o dono da Constran aquela empresa que recebeu 33 milhões de precatórios pagos por Roseana Sarney em agosto de 2014 - teria mudado os planos de renúncia da governadora do Maranhão.

O doleiro Alberto Youssel, reincidente  em crimes corrupção ativa/lavagem de dinheiro foi o intermediador do acordo extrajudicial. Estranho né? Preso na "Operação Lava Jato", Yousself confessou ter dado propina à governadora Roseana Sarney.

Interrogada a contadora do doleiro Alberto Yousself, Meire Poza disse que após o pagamento de propina no valor de 6 milhões, 33 milhões foram pagos à Constran pelo  governo do Maranhão.

Outro que afirma a propina para a governadora é o ex-diretor da Petrobrás, Paulo Roberto da Costa. Todos dizem ter "pago" propina à Roseana Sarney. Ela diz que é uma indignidade e vai processar "Deus e o mundo".

Imagina se por delação premiada o dono da Constran, o empreiteiro Ricardo Pessoa também afirmar que pagou os 6 milhões em propina para a governadora Roseana Sarney? Um pedido de prisão temporária seria inevitável.

O doleiro Alberto Yousself afirma ter pago propina à Roseana Sarney. A contadora Meire Poza diz que o valor foi de 6 milhões. E Ricardo Pessoa?  Sem foro privilegiado Roseana Sarney não passaria do Estreito dos Mosquitos. 
Fonte: Blog do Cesar Bello

13/11/2014

Comunidade grita revoltada na chegada de trio de canibais ao júri

                   13/11/2014 13h17

Réus acusados de três mortes são julgados por uma delas, em Olinda.
Polícia revelou que trio vendia salgados feitos com carne das vítimas.

Do G1 PE 
Trio acusado de homicídios e canibalismo: Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva (Foto: Anna Tiago/G1)Trio acusado de homicídios e canibalismo: Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva (Foto: Anna Tiago/G1)
Começou nesta quinta-feira (13), pouco antes das 10h, o júri popular - no Fórum de Olinda - de três acusados de canibalismo em Pernambuco. Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, Isabel Cristina Torreão Pires e Bruna Cristina Oliveira da Silva serão julgados por homicídio quadruplamente qualificado, vilipêndio (violação) e ocultação do cadáver de Jéssica Camila da Silva Pereira, 17 anos, em maio de 2008. Eles também são acusados de duas outras mortes em Garanhuns, no Agreste do estado.

O caso ganhou repercussão em 2012, quando a polícia descobriu que o trio fatiava a carne dos corpos das vítimas, guardava na geladeira e não só consumia como utilizava para rechear coxinhas e salgadinhos que vendia em Garanhuns. A vítima que morava em Olinda, Jéssica Pereira, era moradora de rua, tinha 17 anos e uma filha de um ano. Ela aceitou viver com os acusados, que planejavam matar a mãe e ficar com a menina. A criança, inclusive, também teria comido da carne da mãe. Em Garanhuns, foram mortas Giselly Helena da Silva, 31 anos, e Alexandra Falcão da Silva, 20 anos, respectivamente, em fevereiro e março de 2012. Os acusados afirmam fazer parte da seita Cartel, que visa a purificação do mundo e o controle populacional. A ingestão da carne faria parte do processo de purificação.
A promotora Elaine Gaia diz que a culpa deles é igual. “Vou pedir condenação máxima dos três. Nós temos provas suficientes para derrubar as teses de defesa. Ninguém estava obrigado a fazer nada, todos estavam livres. Se Isabel estava sendo forçada, ela tinha liberdade suficiente para procurar as autoridades oficiais, mas ela não fez isso em momento nenhum. Eles foram submetidos a testes psiquiátricos que provam que são normais”, afirmou.
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Julgamento acontece em Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)Julgamento acontece em Olinda (Foto: Anna Tiago/G1)
A defesa de Jorge Beltrão será feita por Tereza Joacy, da Defensoria Pública, que chegou ao local pouco depois das 8h. A primeira testemunha a ser ouvida, às 10h, foi Lamartine Holanda Júnior, médico psiquiatra que analisou os três réus na época em que foram presos. Ao ser questionado sobre a possível esquizofrenia de Jorge Beltrão, ele alegou que não o considerava esquizofrênico e não acredita que a doença existe. “Não cabe esse rótulo no caso dele. A observação mostrava que ele sabia o que fazia, sabia as consequências, planejava”, diz.
Em relação a Isabel Cristina e Bruna Cristina, o médico também alegou que elas não sofrem de distúrbios. “Ela [Isabel] é uma pessoa comum, sabe o que diz e o que faz. Ela sabia o que estava fazendo e busca, de algum modo, desculpas para se safar”, afirma. A próxima testemunha a depor é o delegado Paulo Berenguer.

O próximo passo será a ouvida dos réus. Terminada a fase de ouvidas, têm início os debates, que podem durar até nove horas. Ao fim dessa etapa, os jurados recolhem-se, em sala reservada, para responder aos questionamentos que definirão se os réus serão condenados ou absolvidos. Por último, a magistrada retorna ao salão do júri para prolatar a sentença.

A juíza Maria Segunda Gomes de Lima, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Olinda, preside a sessão e prevê que o julgamento acabe ainda nesta quinta. "É complexo porque envolve vários advogados e réus, mas é um julgamento como qualquer outro. O que vai acontecer é que as provas do processo vão ser analisadas pelas partes, tanto pela defesa quanto pelo Ministério Público", explicou.
Paulo Sales, advogado de Isabel Cristina, alega que ela foi obrigada a participar do crime. “A participação era forçada e isso exclui o caráter ilícito. Ela tem que ter conhecimento da ilicitude. Foi uma obrigação de terceiro, esse terceiro teria forçado. Ela tem distúrbios mentais, mas não a ponto de ser insana”, disse. Ele vai pedir inocência por coação moral irresistível e resistível. A irresistível exclui a culpa e a resistível reduz a pena", afirma.
Revolta
Na chegada de Jorge, populares gritavam revoltados. "Deixei de trabalhar pra acompanhar. Eles merecem pena máxima, sou pai de duas crianças e isso que ela fizeram não existe", diz o auxiliar de eletricista Rafael Josafá.
"Eles merecem pena máxima, sou pai de duas crianças e isso que ela fizeram não existe", diz o auxiliar de eletricista Rafael Josafá (Foto: Anna Tiago/G1)"Eles merecem pena máxima, sou pai de duas crianças e
isso que  fizeram não existe", diz o auxiliar de eletricista
Rafael Josafá (Foto: Anna Tiago/G1)
No início da manhã, um homem chegou ao local acusando Jorge de ter matado o irmão dele. “Faz mais de 20 anos que se tenta condenar esse homem. Ele deu um tiro no meu irmão Luciano Severino da Silva, tirou o corpo do local, tirou a carteira dele e sumiu. Se ele tivesse sido condenado essas inocentes não teriam sido esquartejadas”, conta.
Acusações
De acordo com a denúncia do Ministério Público de Pernambuco, a vítima, que tinha 17 anos na época do crime, foi assassinada pelos acusados em maio de 2008, no Loteamento Boa Fé 1, bairro de Rio Doce. Após o crime, Bruna Cristina, uma das acusadas, assumiu a identidade de Jéssica Camila e o trio passou a criar a filha da vítima.
Um laudo técnico emitido em novembro passado atestou que os três não têm problemas mentais e, com isso, poderiam responder aos atos que cometeram. O homem e as duas mulheres foram avaliados pelo Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP), em Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife.
Histórico
O caso veio a público depois que parentes de Giselly Helena da Silva denunciaram o seu desaparecimento. Os acusado usaram o cartão de crédito da vítima em lojas de Garanhuns e foram rastreados pela polícia. Uma publicação contendo os detalhes dos crimes - registrada em cartório - foi encontrada na casa dos réus. Para a Polícia Civil de Pernambuco, não há possibilidade de outras mortes terem sido praticadas pelo trio no estado.